Planejamento Tributário: saiba diferença sobre elisão e evasão fiscal

No cenário financeiro atual, onde a tecnologia mudou as formas de fazer contabilidade, em conjunto com as frequentes alterações tributárias às quais as empresas devem se adaptar no país, faz com que o empresário tenha a obrigação de administrar melhor seus impostos, obtendo maior lucratividade no seu negócio. E, com isso, um trabalho se torna fundamental: o planejamento tributário.

Mas, o que é o planejamento tributário? Segundo o diretor executivo da Confirp Contabilidade Richard Domingos, “é o gerenciamento de tributos realizados por especialistas que estruturam as corporações, resultando na saúde financeira. Sabe-se que em média 33% do faturamento das empresas é para pagamento de impostos. Com a alta tributação no Brasil além de terem de enfrentar empresas que vivem na informalidade, várias empresas quebram com elevadas dívidas fiscais. Assim, é salutar dizer que é legal a elisão fiscal, ou seja, o planejamento tributário”.

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Empresas já devem planejar férias coletivas

É comum as empresas realizarem férias coletivas no fim de ano, contudo, este tema ainda é motivo de muitas dúvidas por parte de empregadores e empregados. “Observamos que quando se aproxima as datas em que essa ação é mais comum, temos uma grande procura de clientes na Confirp para consultar sobre o tema. As principais dúvidas são em relação a pagamentos e limites”, explica o consultor trabalhista da Confirp Consultoria Contábil, Daniel Raimundo dos Santos.

Segundo o consultor da Confirp, “as férias coletivas são as concedidas de forma simultânea para todos colaboradores de uma empresa, ou para apenas um setor. A maior dúvida é sobre como se dá o pagamento, mas é muito simples, seguindo o exemplo de férias normais. Se o funcionário ainda não tiver completado o período de um ano, este terá o período proporcional de férias e o restante será dado como licença remunerada”.

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Moema Assessoria leva para as empresas prevenção da LER/DORT

Cada vez mais, acidentes de trabalho em maquinários e outros processos de alto risco vêm diminuindo no Brasil, devido às regras rigorosas do Ministério do Trabalho. Em contrapartida, os afastamentos motivados por lesões musculares conhecidas pelas siglas DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) ou LER (Lesões por Esforços Repetitivos), devido à má postura ou repetição de movimentos, se tornaram a segunda maior causa de afastamento do trabalho no Brasil, segundo o Instituto Nacional de Prevenção às LER/DORT.

A redução da incidência destas doenças só pode ser obtida através da prevenção, e para tanto, o Ministério do Trabalho editou a NR 17, com orientações gerais de ergonomia, abrangendo aspectos relacionados à levantamento de peso; transporte e descarga de materiais; mobiliário; equipamentos; condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho.

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