Planejar as finanças pode ajudar no controle de gastos no começo do ano

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O ano começou, e com ele uma série de despesas. Tem IPVA, IPTU, matrícula escolar, sem falar do cartão de crédito com a fatura das compras do Natal. Mas, é possível passar por essa fase sem sustos e apertos no orçamento. Basta fazer um bom planejamento.

Ano novo, vida financeira nova. Muita gente começou 2015 com a promessa de deixar para trás o hábito de não planejar os gastos.

A mudança pode e deve começar agora, no mês dos gastos extras. Mas se o objetivo é controlar as finanças pessoais daqui para frente, janeiro é só um ponto de partida.

Tão importante quanto dar conta das despesas do início de ano é se organizar para as dívidas que virão nos próximos meses. Para não repetir erros do passado a primeira dica é inverter as prioridades.

Várias gerações de brasileiros aprenderam desde cedo a priorizar as dívidas em vez de organizar o orçamento com foco nos projetos de vida da família. Na opinião do educador financeiro Reinaldo Domingos esse pensamento contribui para que famílias não planejem os gastos e, portanto, não poupem. Ele aponta uma estratégia para colocar em dia as finanças pessoais.

O primeiro passo é diagnosticar os gastos. É preciso entender para onde o dinheiro vai e quais despesas são supérfluas.

Depois, não esqueça de anotar os sonhos. Pode ser uma viagem ou um curso. Eles são elementos fundamentais para o planejamento financeiro.

Também é preciso estabelecer quais são os sonhos de curto, médio e longo prazo.

“É preciso colocar os sonhos antes das despesas. Então, eu tenho que elaborar um orçamento financeiro muito mais mental do que financeiro, o que é muito importante. Quando eu recebo o meu dinheiro eu já vou guardando para os meus sonhos. Priorizar esses sonhos no orçamento antes das despesas e poupar. Poupar, porque é preciso guardar dinheiro para os meus sonhos de curto, médio e longo prazo”, explica Reinaldo Domingos, educador financeiro da DSOP.

Para quem entrou em 2015 com o orçamento estourado a orientação é reduzir o padrão de vida, cortando os excessos. Ricardo não faz parte desse time, porque mudou radicalmente o comportamento há seis meses. Passou a anotar em uma planilha todos os gastos mensais e a poupar 25% da renda para conquistar a independência financeira. O esforço tem valido a pena.

“A sensação é boa, de tranquilidade e segurança, que eu sei que não vou ficar desesperado no final do mês, correndo atrás de dinheiro”, diz o gerente de contas Ricardo Neto.

Fonte: http://g1.globo.com/globo-news/contacorrente/noticia/2015/01/planejar-financas-pode-ajudar-no-controle-de-gastos-no-comeco-do-ano.html

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