Indicação Segura

Indicações seguras – em associações empresas se tornam referência

As indicações seguras se tornaram naturais no dia-a-dia das pessoas, sejam físicas, sejam jurídicas. Particularmente na área da prestação de serviços, independente do segmento, é grande a dificuldade em contratar um profissional ou uma empresa, pois é fato que o anonimato permeia muitas relações de trabalho.

Hoje existe um volume de prestadores de serviços, e as promoções são inúmeras, o universo de produtos disponíveis no mercado com uma acessibilidade comercial – empréstimos, juros baixos, a avalanche de propagandas que invadem as nossas vidas, a facilidade da compra e o conjunto de fatores que faz com que tenhamos acesso a diversos produtos e serviços, nunca antes visto, tem exigido muita atenção dos compradores de produtos e/ou serviços. Daí a necessidade das indicações seguras. Mas será que só a indicação atualmente basta? Ou é preciso um pouco mais, ou seja, a referência?

“A referência ou recomendação é reconhecida como o ato de confiar a alguém a obtenção de informações de terceiros. As empresas têm investido muito em novas tecnologias, em formação de equipe, em planejamentos administrativos e financeiros, e outros itens, porém, as empresas inteligentes têm reforçado cada vez mais o seu elo com os seus clientes, parceiros e profissionais. Isto justamente para manter a referência de uma empresa”, conta Tatiana Gonçalves, diretora Geral da Moema Assessoria e presidente do Grupo Alliance, que garante indicações seguras.

Ela conta que participar do grupo é muito interessante pois, garante muitas indicações, já que faz com que ele se torne referência em seu ramo de atuação. “É comum atualmente profissionais buscarem pela referência da empresa ou do profissional que pretende contratar, e a referência acaba sendo a porta de entrada de qualquer negociação”, conta Gonçalves.

Grupo Alliance garante indicações seguras

O Grupo Alliance foi criado em 2003 justamente pela necessidade de filtrar empresas que podem ser recomendadas a Clientes, uma vez que as suas associadas são referências de empresas.

Assim, o Grupo vem obtendo resultados bastante significativos para as empresas participantes por diversos motivos, principalmente a simplicidade. Para que isso ocorra basta a união de organizações sérias em torno de objetivos em comum.

“A formação desses grupos é de grande importância nos tempos atuais, pois eles se tornam um filtro de referência para as indicações que serão realizadas. Mas é importante que se tenha critérios na hora de montar esses grupos. As empresas devem estar dentro do mesmo conceito ético, para não haver problemas”, explica Rosa Sborgia, sócia da Bicudo Marcas e Patentes e diretora do Grupo Alliance.

Um ponto a ser destacado nessas parcerias é a facilidade com que as empresas fecham novos contratos a partir das indicações. “O Grupo Alliance acredita que a parceria entre empresas é estabelecida quando o único motivo das indicações seguras é a certeza de que seu cliente será atendido por empresas que tenham responsabilidades em sua conduta. Não há vantagens financeiras para quem indica, pois, se assim fosse, estaríamos diante de uma relação comercial”, detalha Rosa Sborgia.

Cuidados na hora de entrar e criar um grupo

Um consenso entre os participantes desses grupos é que antes de fazer parte ou criar essas alianças os empresários devem ter muito cuidado para não entrar em uma barca furada. O principal risco é entrar em grupos nos quais na verdade não fazem alianças comerciais, trabalhando ao invés disso na forma de pirâmides.

Diferentemente deste perfil, são os Grupos constituídos por empresas tradicionais ou pessoas renomadas eticamente, os quais visam fomentar bons negócios e consequentemente elevar o nível de produtos e serviços à sociedade em geral, ensejando em indicações de confiança.

“Para as empresas que querem participar de um Grupo desse tipo, primeiramente é fundamental que se tenha em mente o que se buscará com essas parcerias, ou seja, o objetivo principal/filosofia do respectivo associativismo; posteriormente deve-se buscar referências tanto do Grupo em si como também dos seus participantes, ou no mínimo, dos seus líderes”, alerta Tatiana Gonçalves, complementando que esses tipos de associações só obtêm sucesso a partir da confiança e credibilidade profissional dos seus Participantes.

“Para conhecer melhor o grupo que pretende participar, sugerimos que o interessado vá a reuniões sem vínculos efetivos com a associação, para ter melhores referências do mercado em que o grupo atua”, acrescenta, alertando que muitas pessoas utilizam desses grupos com interesse políticos, o que não é interessante para as empresas.

Já para montar uma associação do tipo, Rosa Sborgia dá algumas dicas: “Primeiro observar as necessidades empresariais do local empresarial que o grupo abrangerá, pegar referências éticas de quais empresas são boas nesse local, criar, manter um contato e posteriormente marcar uma reunião, nela esboçar os objetivos da organização e buscar os possíveis líderes, para então criar termo de comprometimento assinado entre os participantes, além de uma estrutura interna e definição de uma filosofia empresarial, com meta. Por fim criar uma estrutura de fiscalização das empresas participantes, com a regimentação dos processos.”

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