Educação Financeira – O jovem e o planejamento financeiro.

Um tema importante para o debate é sobre como os jovens estão se preocupando com a saúde financeira e com o consumo consciente. E o que se observa, infelizmente é que poucos levam a sério os impactos que estes temas terão no futuro.

Ter o conflito entre aproveitar a vida intensamente e se planejar para o futuro é frequente para qualquer jovem, e as discussões sobre o tema são muito acaloradas. Mas qual a posição certa? A resposta é que com educação financeira o jovem poderá curtir bons momentos e projetar um futuro de independência financeira.

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Pensando nisso, é importante que desde cedo se busque o conhecimento sobre este tema, aprendendo a passar sem dívidas por este momento de mudanças e descobertas; de agito na vida social – com amigos, namoros e família; de consumo exagerado de tudo que o iguale ou o destaque do grupo; do dilema da escolha de uma profissão e do ingresso no primeiro emprego.

Como pode ver, em praticamente todas essas situações o jovem se depara com a inexperiência de administrar seu dinheiro e é isto que se deve combater. É verdade que a falta de educação financeira atinge todos os públicos, porém, recentes pesquisas mostram que tem aumentado o índice de endividamento e inadimplência entre o público jovem.

Alguns já se endividam desde o primeiro salário, por pura falta de orientação sobre como lidar com dinheiro, cartão de crédito, cheque, limite do especial, crediário entre outros.

É importante estabelecer uma relação saudável com as finanças desde cedo, porque, afinal, vivemos em uma sociedade capitalista, na qual o dinheiro é um meio para a realização pessoal. Com orientação, os jovens podem curtir o presente e, já nos primeiros ganhos, começar a planejar e construir o futuro com segurança para ter a certeza de uma vida melhor.

Os jovens devem perceber que não é preciso abrir mão dos sonhos para consumir com responsabilidade e viver sem dívidas. Ao contrário, o correto é os jovens identificarem pelos menos três sonhos de consumo, de curto prazo (até um ano), médio (até 10 anos) e longo (prazo acima de 10 anos).

Com base nisso, planejar a realização desses sonhos e objetivos, mostrando que é preciso saber quanto eles custam e calcular quanto se deve reservar por mês para realizá-los no tempo pretendido.

Fonte:

DSOP Educação Financeira