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Seu ambiente de trabalho está pronto para voltar?

É fato, até que se encontre uma vacina para o COVID-19 (o que deve ocorrer em 2021), as empresas precisarão readequar seu ambiente de trabalho a uma nova realidade, caso queiram continuar abertas, sem optar para o home office, contudo nada será tão simples quanto antes.

“Estamos vendo as empresas passando por verdadeiras reformulações em função da pandemia, chegando a mudar consideravelmente a estrutura física e principalmente a limpeza dentro da organização. A preocupação atinge até mesmo a educação dos colaboradores. Por exemplo: mostrar a forma correta de higienizar as mãos, fornecendo produtos adequados para isso (como o álcool em gel 70%), garantir a distância mínima de um metro entre as pessoas presentes no local e outras ações com base nas orientações da OMS”, explica Gabriel Borba, sócio da GB Serviços e especialista em segurança e limpeza empresarial.

Lembrando que os cuidados vão ter que se adequar a realidade das empresas, sendo muito diferente a forma de atendimento de escritórios de contabilidade, supermercados, lojas ou mesmo restaurantes, mas todos têm que se prevenir deste mal.

Uma alternativa que vem se mostrando muito eficiente é a tecnologia de higienização e sanitização de ambiente com gás ozônio. A composição do ozônio é formada por moléculas altamente oxidantes, capaz de degenerar bactérias, protozoários e vírus, e outras matérias orgânicas.

“Estudos da USP confirmam que o ozônio é cerca de 200 vezes mais eficiente na descontaminação de compostos orgânicos e na eliminação de odores”, explica Gabriel Borba.

Contudo são muitos outros os caminhos para proteção e a GB Serviços elencou cuidados que deverão ser tomados nesse período:

  1. Limpeza constante dos ambientes de forma adequada – É imprescindível que a empresa esteja muito mais preocupada com a limpeza dos ambientes comuns e das estações de trabalho, utilizando os produtos adequados e fazendo isso constantemente. Lembrando que a equipe de limpeza deverá estar bem preparada e munida de equipamento de proteção individual (EPI) específico.
  2. Cuidado com as superfícies – Além do contato humano, objetos infectados também podem transmitir o vírus, assim é preciso educar o colaborador para que todos os itens das estações de trabalho estejam higienizados com pano e desinfetante regularmente, como mesas, cadeiras, telefones, mouses, teclados de computadores, grampeadores etc.
  3. Incentive a lavagem correta das mãos – O gesto simples de lavar as mãos pode salvar vidas. As empresas devem disponibilizar bem a vista áreas com água e sabão, além de disponibilizarem álcool em gel 70% para todos os funcionários.
  4. Promova a higiene respiratória no local de trabalho – Distribua cartazes no ambiente de trabalho para promover a higiene respiratória. Ao tossir ou espirrar, cubra a boca e o nariz com um lenço de papel e jogue-o no lixo. Caso não tenha um lenço no momento, você pode colocar o cotovelo na frente da boca e do nariz. Além disso, evite tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas. As empresas podem fornecer máscaras e lenços de papel para quem apresentar tosse ou coriza no trabalho, além de lixos com tampa para o correto descarte de material contaminado.
  5. Incentive seus funcionários doentes a trabalharem de casa – Para a OMS, as empresas devem incentivar os funcionários a ficarem em casa, caso eles apresentem tosse ou febre leve (37.3º ou mais). Se eles tiverem que tomar medicamentos como paracetamol, ibuprofeno ou aspirina, que podem mascarar a infecção, também devem permanecer em casa. É uma medida importante para evitar a contaminação dos outros funcionários.
  6. Adequação de ambiente de trabalho – As pessoas precisam manter o distanciamento adequado, pois é necessário não permitir contato próximo (recomenda-se uma distância de 2 metros). Por isso precisa distanciar as mesas e se necessário fazer revezamentos de quem faz home office para viabilizar.
  7. Prevenção já na entrada – muitas empresas estão medindo a temperatura dos colaboradores, mas é necessário adotar planos de ação para as organizações considerando o risco de exposição e definir procedimentos de identificação rápida de trabalhadores com sintomas;
  8. Evitar contato presencial – se possível, evitar reuniões, viagens internacionais e nacionais – principalmente para regiões de contaminação comunitária. Além de reduzir contatos presenciais, priorizando reuniões à distância;
  9. Avaliar adoção de políticas flexíveis – especiais para trabalhadores que precisem permanecer em casa para cuidar de familiares doentes pelo COVID-19, familiares em situação de vulnerabilidade como idosos,  crianças que necessitem permanecer em casa, em caso de fechamento de escolas por decisão governamental; ou para trabalhadores que se enquadrem como em situação de vulnerabilidade.
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